quarta-feira, 29 de julho de 2009

Aquecimento global

Greenpeace alerta sobre emissões chinesas

Em 2008, as três maiores empresas de energia da China emitiram mais gases de efeito estufa do que toda a Grã-Bretanha, afirma a entidade.
O Greenpeace alertou que a ineficiência das usinas chinesas e a grande dependência que o país tem do carvão estão atrapalhando os esforços para combater as alterações climáticas. Enquanto as emissões per capita da China continuam bem abaixo das emissões dos países desenvolvidos, como um todo o país ultrapassou os EUA e se tornou o maior poluidor do mundo.
De acordo com o Greenpeace, as dez maiores empresas de energia da China, que forneceram quase 60% da eletricidade consumida no país em 2008, queimaram 590 milhões de toneladas de carvão e emitiram o equivalente a 1,44 bilhão de toneladas de CO2 no ano passado.
Enquanto no Japão as empresas emitem, em média, 418 gramas de CO2 por kilowatt/hora, e nos EUA esse valor é de 625 gramas, a emissão equivalente da maioria das dez maiores empresas de energia da China é de 752 gramas de CO2.

Artigo Publicado no site Opinião e Notícia em 29/07/2009
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/asia-oceania/greenpeace-alerta-sobre-emissoes-chinesas/?optin

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Clima insano

Seca ameaça economia indiana


Mês de junho mais seco em mais de 80 anos levanta receios de que as colheitas serão fracas, o que pode afetar o crescimento indiano em 2009.
A economia da Índia é altamente dependente da agricultura, e uma temporada de monções (que vai de junho a setembro) com índice pluviométrico relativamente baixo atingiria a produção agrícola e o consumo rural em um momento no qual já é esperado que a crise econômica resulte em desaceleração das altas taxas de crescimento do país.
A agricultura responde por cerca de 18% do PIB indiano, uma proporção muito menor do que a da maioria dos países subdesenvolvidos, mas muito maior do que a dos países ricos, onde a taxa normalmente fica em um dígito. Além disso, cerca de 60% dos postos de trabalho no país estão ligados à agricultura.

Artigo Publicado no site Opinião e Notícia em 23/07/2009

http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/asia-oceania/seca-ameaca-economia-indiana/?optin

terça-feira, 21 de julho de 2009

A revolução nos projetos: Edificações mais inteligentes e econômicas

Por Jorge Paulino
Engenheiro Eletricista


Um novo conceito de construção começa a surgir no mercado imobiliário, a dos empreendimentos sustentáveis.
Atualmente, arquitetos e engenheiros buscam dentro dos projetos contemplarem a praticidade, o design interior e exterior, a redução dos custos construtivos, alem da criação de soluções que façam do empreendimento, uma ferramenta para redução do consumo de água, energia e da produção de lixo.
Os conceitos das construções vão além das iniciativas mais conhecidas, como a geração de energia por meio de placas fotovoltaicas, da reutilização de água (chuva e reciclagem de água); a cada dia estão sendo projetados edifícios residenciais e comerciais, shoppings e condomínios, com planejamentos voltados para a ecoeficiência.
Nesse tipo de empreendimento, deve-se atentar para alguns pontos básicos, como: a localização, a topografia do terreno, o acesso, a distância, o impacto causado no entorno, o uso de materiais com baixo impacto ambiental, o consumo de água, o consumo de energia e qualidade do ambiente interno.
A principal meta dos gestores desses projetos é o aproveitamento ao máximo de cada recurso, a racionalização de todos os processos, a utilização de materiais ecologicamente corretos evitando desperdícios e soluções que considerem o ambiente do em torno do prédio.
Segundo os dados da Green Building Council (GBC) Brasil, uma edificação bem projetada pode economizar cerca de 30% de energia, 50% de água, reduzir em 60% a produção de resíduos sólidos e 40% da emissão de dióxido de carbono. Obviamente, nem todos os empreendimentos conseguirão atingir esses valores, porém com o aumento no volume de obras, haverá um maior conhecimento das novas técnicas, um maior incentivo ao desenvolvimento desse modelo de empreendimento, atraindo em contrapartida o desenvolvimento de novas tecnologias e de novos fornecedores, contribuindo para o incremento na produção de materiais e equipamentos para esse tipo de obra; e tendo como resultado, a redução dos custos construtivos e de implantação.

Autorizada a reprodução total ou parcial deste Artigo, desde que citada a fonte.Vedada a memorização e/ou recuperação total ou parcial, bem como a inclusão de trechos ou partes, em qualquer sistema de processamento de dados.

Assista ao excelente vídeo do reporter André Trigueiro, no Programa Cidade e Soluções sobre o primeiro empreendimento sustentável no Rio de Janeiro, que foi certificado com o selo verde, na seção Vídeos ou no link abaixo